Ele é inevitável! Todos os anos ele chega! Para alguns é uma data muito especial e feliz. Para outros é nostálgica e até triste. Levando em conta o verdadeiro sentido do Natal, é uma data que, para mim, é de reflexão. Se bem que, esse momento deve se repetir em todos os dias do ano. O de pensar o propósito de tudo. E se vc for religioso como eu sabe que é bem mais do que pensar na vida. É pensar que alguém um dia morreu por mim e vc. Que esse alguém teve um amor maior que o que podemos querer imaginar. E só o que peço a Deus é que eu tenha ao menos um pouquinho desse amor no coração pra seguir em frente.quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Natal 1.0
Ele é inevitável! Todos os anos ele chega! Para alguns é uma data muito especial e feliz. Para outros é nostálgica e até triste. Levando em conta o verdadeiro sentido do Natal, é uma data que, para mim, é de reflexão. Se bem que, esse momento deve se repetir em todos os dias do ano. O de pensar o propósito de tudo. E se vc for religioso como eu sabe que é bem mais do que pensar na vida. É pensar que alguém um dia morreu por mim e vc. Que esse alguém teve um amor maior que o que podemos querer imaginar. E só o que peço a Deus é que eu tenha ao menos um pouquinho desse amor no coração pra seguir em frente.Torta ou tateletes de limão.
Ainda do curso do senac, essa receita é bem delongada mas vale a pena, afinal o visual é lindo!

Começa-se com a massa da torta que no curso foi a massa sablée. Uma mousse de limão para recheio e por fim um merengue honesto.
A foto é da Geisa que participou do curso comigo e a receita foi orienatada pela Marina Cianella (a professora do curso)
A massa:
Ingredinetes:
125g de açúcar
250g de trigo
125g de manteiga sem sal (gelada)
1 ovo
1 colher de sobremesa de essência de baunilha
Peneire o trigo na superfície de trabalho (mesa ou tigela grande), corte a manteiga em pedacinho e trabalhe ela com o trigo nas pontas dos dedos até que tudo fique arenoso e não exista mais pedaços de manteiga.
Faça um buraco no centro da mistura e quebre um ovo sobre ele, acrescnte o açúcar e a baunilha.
Misture com as mãos, mas não muito.
Amasse a massa sob a palma das mãos empurrando-a para ela ficar bem homogênea. Forme uma bola com ela e leve a geladeira, embrulhada em PVC, por cerca de 1hora.
Abra a massa com um rolo e forre a forma (ou forminhas).
Asse a massa por uns 5 minutinhos no forno baixo. Antes fure a massa com um gafo várias vezes e leve a massa com um peso ao forno, como feijões para que ela não faça um barrigão no meio.
Ps. Se vc tem as mãos quentes como eu, mergulhe suas mãos na água com gelo por uns instante e trabalhe a massa. Sempre que reaquecer, mergulhe e seque as mãos.
Recheio de limão:
2 latas de leite cndensado
1/2 lata de suco de limão (coado)
Misture bem ou bata no liquidificador e depeje na massa.
Merengue Honesto!
3 claras de ovo
70g de açúcar
raspas de um limão
Numa panelinha leve ao fogo mais baixo possível (até 40° no máximo) a clara de ovo com o açúcar. Com a mão (porque daí vc sente a temperatura) dissolva o açúcar na clara. Não deixe em hipótese alguma a clara cozinhar e ficar branquinha, por isso que usar a mão é legal, vc controla a temperatura da mistura. Vá batendo de leve com a mão e dissolvendo o açúcar.
Feito isso, leve a mistura para a batedeira, bata até ficar em ponto de suspiro.
Ponha o suspiro numa manga de confeitar com o bico que vc quizer e decore a torta. Ou espanhe uniformemente. Para finalizar, se vc tiver um maçarico culinário, doure o merengue e jogue as raspas de limão. Ele vai ficar com a cara desse aí da foto.
Fui!
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Sim! Eu gosto de viajar!
E não deixo pra depois. Sempre que posso ir em um lugar que eu não conheço, eu vou!
Eu Xande e Betina comendo salada de frutas no mercadão (depos do pastel de bacalhau e do sanduíche de mortadela, é claro!)
Eu e o maridão, fazendo a leva no lojinha de temperos!
Na semana passada por conta das necessidades do marido fomos a Sampa de novo. Como não conhecia Campos do Jordão, no caminho de volta gritei! Pare aí! E entra aqui por favor! Trinta minutos depois lá estavamos nós. Pena ser um dos lugares mais caros do país para o turismo.
Mas valeu a voltinha na cidade! Nem tenho foto!
Mas em contra partida tenho foto tirada pela amiga Bê da minha megalomania por temperinhos no mercado municipal de Sao Paulo. E também no mercado de Taubaté!
Também por conta das minhas BODAS DE PAPEL (sim! Um aninho de casada! Ieiiii!) pudemos nos dar uns passeiozinhos de agrado.
Eu Xande e Betina comendo salada de frutas no mercadão (depos do pastel de bacalhau e do sanduíche de mortadela, é claro!)
Eu e o maridão, fazendo a leva no lojinha de temperos!segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Novidades doces.
Pessoas, meu tempo longe do blog tem justificativa justa, não querendo ser redundante.
A primeira parte se resume aos cuidados com o marido;
Depois pelo fato de eu ter conseguido me inscrever num curso do senac que a tempos eu queria fazer, confeitaria básica;
Nesse meio tempo também fui ao salão do automóvel em Sampa;
Também fiz docinhos pro aniversário da amiga Bê;
E também fiz 1 ano de casada!
Ufa!
No curso do senac aprendi altas coisas que vão aos poucos florir o blog; mas pra começar fica a foto da torta que fizemos lá:

Para o niver da Amiga Bê, fiz alguns docinhos e a receita de um deles vai aí:
Docinho de Maracujá com côco
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
100ml de leite de côco
1 col. de sobremesa de manteiga sem sal
½ xícara de chá de suco de maracujá natural.
½ xícara de chá de côco seco ralado
A primeira parte se resume aos cuidados com o marido;
Depois pelo fato de eu ter conseguido me inscrever num curso do senac que a tempos eu queria fazer, confeitaria básica;
Nesse meio tempo também fui ao salão do automóvel em Sampa;
Também fiz docinhos pro aniversário da amiga Bê;
E também fiz 1 ano de casada!
Ufa!
No curso do senac aprendi altas coisas que vão aos poucos florir o blog; mas pra começar fica a foto da torta que fizemos lá:

Para o niver da Amiga Bê, fiz alguns docinhos e a receita de um deles vai aí:
Docinho de Maracujá com côco
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
100ml de leite de côco
1 col. de sobremesa de manteiga sem sal
½ xícara de chá de suco de maracujá natural.
½ xícara de chá de côco seco ralado
Leve tudinho ao fogo baixo mexendo até desgrudar bem da panela.Só dá para enrolar no dia seguinte. Eu decorei com flocos de côco.
domingo, 2 de novembro de 2008
Hot dog!
http://www.doobybrain.comÉ domingo e a preguiça se faz presente. Vai rolar cachorro quente! Ieh!!!!!!
A receita é do site da Nestlé, www.nestle.com.br/Cozinha/receitas/hot_dog_gratinado.aspx
Ué? :s Receita de cachorro quente! É sim! Uma variada do modo de fazer ajuda né!
Ingredientes:
1 pacote de Variando o Cardápio Molho Branco Maggi (não é propaganda hein!)
8 pães para hot-dog
8 salsichas aferventadas e cortadas ao meio, no sentido do comprimento
100 g de mussarela ralada
manteiga para untar
Modifazê:
Prepare o Molho conforme a embalagem manda e reserve. Unte um refratário grande com manteiga, ajeite os pães cortados ao meio e sobre eles despeje metade do Molho. Por cima arrume as salsichas e cubra-as com o restante do Molho. Espalhe o queijo e leve ao forno médio (180°C), preaquecido, para gratinar por uns 15 minutos.
Nhami!
terça-feira, 28 de outubro de 2008
O abc das "esquisitices" gastronômicas!
Vamos combinar! Tem cada nome pra cada coisa!!!!!!!!!! Navegando perdida na net achei esse site aqui (http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=14926.0;wap)de curiosidades e entre elas estas preciosidades da cultura do nosso país.
Abará
É a mesma massa do acarajé, porém mais temperada; é embrulhada em folhas de bananeira e cozida no vapor.
Acarajé
Bolinho de pasta de feijão-fradinho e cebolinha ralada, frito no dendê e servido com camarão seco moído e molho de pimenta malagueta. Na Bahia, consome-se cerca de 12 milhões desses bolinhos por mês.
Afogado
Prato típico da festa do Divino Espírito Santo. É feito com acém, toucinho fresco e picado, pele de porco aferventada no sal, cebola, tomate, alho, louro, pimenta-do-reino, colorífico, salsa e cebolinha, sal.
Ambrosia
Creme feito com leite e ovos cozidos. Originário de Minas Gerais, é preparado também em São Paulo.
Angu
Os escravos misturavam uma polenta de fubá com restos de porco (carne, coração, fígado, língua e banha), azeite-de-dendê, quiabo, folhas de nabo e pimentão.
Arroz de capote
Arroz misturado com pedacinhos de carne de galinha d´angola.
Arroz de carreteiro
Arroz feito com carne de charque (carne de gado bovino, salgada e seca). Era o alimento das carreatas que cruzavam o interior do Rio Grande do Sul.
Arroz doce
Tradicional de Portugal, a sobremesa é preparada com arroz, leite e açúcar, perfumada com casca de limão e canela. Entre as famílias ricas de Portugal, ele era presença obrigatória em dias de festa. Daí a expressão "arroz-de-festa" para aquela pessoa que não falta em nenhum evento.
Arroz-de-hauçá
Arroz branco coberto por carne seca frita no dendê, camarão seco e coentro; provavelmente foi criado pelos escravos africanos da tribo dos hauçás.
Arroz-de-pequi
Iguaria goiana feita com pequi. Essa frutinha amarela, muita rica em proteínas, é conhecida na região como "carne dos pobres" e tem fama de ser afrodisíaca.
Arrumadinho
Especialidade paraibana que leva feijão-verde, carne-seca, tomate, cebola, pimentão, coentro e farinha de mandioca.
Azul-marinho
Ensopado de peixe com banana-nanica bem verde. Antes de amadurecer, a fruta solta "tanino", substância que em contato com a água fica azul escura. O prato faz sucesso no litoral paulista.
Barreado
É feito em panelas de barro, com charque, toucinho e temperos e servido com banana assada, batata, farinha e pirão feito com o caldo.
Barriga de freira
Doce português feito de gemas, criado nos conventos. As freiras engomavam os véus de seus hábitos com claras de ovos e criavam delícias com as gemas que sobravam.
Beijo de mulata
Docinho feito de leite condensado, chocolate em pó, nozes moídas e creme de leite.
Beiju
Prato de origem indígena, é uma panqueca feita de massa de mandioca.
Bobó de camarão
Teve origem na Bahia, mas difundiu-se até o sudeste. É um prato de camarão refogado preparado com massa de mandioca cozida.
Bolinho de chuva
A massa é feita com ovos, açúcar, farinha de trigo, leite e fermento em pó. Algumas receitas incluem banana. O bolinho é frito e depois polvilhado com açúcar e canela.
Bolo de rolo
Um tipo de rocambole, formado por camadas finas de pão-de-ló e recheio de goiabada.
Bolo Luiz Felipe
Os portugueses batizavam receitas especiais com nomes próprios ou de suas famílias. Típico do Ceará, esse bolo leva açúcar, ovos, manteiga, leite de coco, coco ralado, farinha de trigo e queijo de coalho ralado.
Bolo podre
Embora o nome não seja nada animador, é uma das delícias da região Norte. Leva tapioca, coco e leite.
Bolo Souza Leão
Durante muito tempo, a receita foi guardada a 7 chaves pela família pernambucana Sousa Leão. Hoje sabe-se que leva mandioca e coco.
Brigadeiro
Foi criado no Brasil logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando era difícil conseguir leite fresco, ovos, amêndoas e açúcar. Batizaram o doce homenageando o brigadeiro Eduardo Gomes, político e candidato à Presidência.
Buchada de bode
As vísceras do bode são lavadas, aferventadas, cortadas, temperadas e cozidas durante horas no próprio bucho (estômago) do animal. Típico do Rio Grande do Norte.
Caldeirada
Peixe cozido em grande quantidade de água, temperado com cebola, tomate, pimentão e cheiro-verde.
Caldo verde
Sopa portuguesa que foi trazida pela Família Real e se tornou um prato típico do Rio de Janeiro. Leva couve, batata, paio, sal e pimenta-do-reino.
Canjica
Milho amassado e aferventado, com a adição ou não de açúcar e leite.
Carne louca
Sanduíche feito com lagarto fatiado, temperado com tomates, pimentões, cebola, azeitonas, molho inglês, azeite e sal.
Carne-seca
Os cearences começaram a preparar a carne em mantas, conservadas em sal, para resistir a longas viagens sem estragar. Também é chamada de carne-de-sol, carne-de-vento, carne-do-sertão e jabá. No Rio Grande do Sul, é conhecida como charque.
Caruru
Delícia baiana que leva quiabo, camarão e farinha de mandioca, entre outros ingredientes. A palavra vem do tupi-guarani cáa-reru e significa comida de folhas.
Casquinha de siri
Servida numa concha (casquinha), é feita de um refogado de temperos, azeite e carne de siri. Depois de pronto é polvilhado com farinha de rosca.
Chapéu de couro
Doce feito no Piauí com mamão, rapadura e coco ralado.
Churrasco
Carne assada no espeto sobre as brasas ou labaredas. No Sul, o rodízio de churrasco é chamado de "espeto corrido".
Cozido
Criação carioca, é feito com diversos tipos de carne (toucinho, lombo de porco, lingüiça, paio, peito, lombo) e legumes (abóbora, cenoura, cebola, tomate, vagem, batata, mandioca), cozidos juntos na mesma panela.
Cuca
Bolo trazido pelos imigrantes alemães para o Sul do país, tem uma cobertura de farofa feita com manteiga, farinha de trigo e açúcar. Tanto a massa quanto a farofa podem ter vários sabores, como laranja, maçã ou banana.
Cuscuz
Em São Paulo, é preparado com farinhas de milho e de mandioca, ovo cozido, ervilha, tomate e frango ou sardinha. No Nordeste, leva tapioca cozida no vapor e pode ser doce (com coco) ou salgado (servido com manteiga).
A coisa continua pelo alfabeto todo, mas eu paro por aqui! E peço a Deus a chance de conhecer cada um desses pratos, ao vivo, a cores e in loco.
Bjs.
Abará
É a mesma massa do acarajé, porém mais temperada; é embrulhada em folhas de bananeira e cozida no vapor.
Acarajé
Bolinho de pasta de feijão-fradinho e cebolinha ralada, frito no dendê e servido com camarão seco moído e molho de pimenta malagueta. Na Bahia, consome-se cerca de 12 milhões desses bolinhos por mês.
Afogado
Prato típico da festa do Divino Espírito Santo. É feito com acém, toucinho fresco e picado, pele de porco aferventada no sal, cebola, tomate, alho, louro, pimenta-do-reino, colorífico, salsa e cebolinha, sal.
Ambrosia
Creme feito com leite e ovos cozidos. Originário de Minas Gerais, é preparado também em São Paulo.
Angu
Os escravos misturavam uma polenta de fubá com restos de porco (carne, coração, fígado, língua e banha), azeite-de-dendê, quiabo, folhas de nabo e pimentão.
Arroz de capote
Arroz misturado com pedacinhos de carne de galinha d´angola.
Arroz de carreteiro
Arroz feito com carne de charque (carne de gado bovino, salgada e seca). Era o alimento das carreatas que cruzavam o interior do Rio Grande do Sul.
Arroz doce
Tradicional de Portugal, a sobremesa é preparada com arroz, leite e açúcar, perfumada com casca de limão e canela. Entre as famílias ricas de Portugal, ele era presença obrigatória em dias de festa. Daí a expressão "arroz-de-festa" para aquela pessoa que não falta em nenhum evento.
Arroz-de-hauçá
Arroz branco coberto por carne seca frita no dendê, camarão seco e coentro; provavelmente foi criado pelos escravos africanos da tribo dos hauçás.
Arroz-de-pequi
Iguaria goiana feita com pequi. Essa frutinha amarela, muita rica em proteínas, é conhecida na região como "carne dos pobres" e tem fama de ser afrodisíaca.
Arrumadinho
Especialidade paraibana que leva feijão-verde, carne-seca, tomate, cebola, pimentão, coentro e farinha de mandioca.
Azul-marinho
Ensopado de peixe com banana-nanica bem verde. Antes de amadurecer, a fruta solta "tanino", substância que em contato com a água fica azul escura. O prato faz sucesso no litoral paulista.
Barreado
É feito em panelas de barro, com charque, toucinho e temperos e servido com banana assada, batata, farinha e pirão feito com o caldo.
Barriga de freira
Doce português feito de gemas, criado nos conventos. As freiras engomavam os véus de seus hábitos com claras de ovos e criavam delícias com as gemas que sobravam.
Beijo de mulata
Docinho feito de leite condensado, chocolate em pó, nozes moídas e creme de leite.
Beiju
Prato de origem indígena, é uma panqueca feita de massa de mandioca.
Bobó de camarão
Teve origem na Bahia, mas difundiu-se até o sudeste. É um prato de camarão refogado preparado com massa de mandioca cozida.
Bolinho de chuva
A massa é feita com ovos, açúcar, farinha de trigo, leite e fermento em pó. Algumas receitas incluem banana. O bolinho é frito e depois polvilhado com açúcar e canela.
Bolo de rolo
Um tipo de rocambole, formado por camadas finas de pão-de-ló e recheio de goiabada.
Bolo Luiz Felipe
Os portugueses batizavam receitas especiais com nomes próprios ou de suas famílias. Típico do Ceará, esse bolo leva açúcar, ovos, manteiga, leite de coco, coco ralado, farinha de trigo e queijo de coalho ralado.
Bolo podre
Embora o nome não seja nada animador, é uma das delícias da região Norte. Leva tapioca, coco e leite.
Bolo Souza Leão
Durante muito tempo, a receita foi guardada a 7 chaves pela família pernambucana Sousa Leão. Hoje sabe-se que leva mandioca e coco.
Brigadeiro
Foi criado no Brasil logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando era difícil conseguir leite fresco, ovos, amêndoas e açúcar. Batizaram o doce homenageando o brigadeiro Eduardo Gomes, político e candidato à Presidência.
Buchada de bode
As vísceras do bode são lavadas, aferventadas, cortadas, temperadas e cozidas durante horas no próprio bucho (estômago) do animal. Típico do Rio Grande do Norte.
Caldeirada
Peixe cozido em grande quantidade de água, temperado com cebola, tomate, pimentão e cheiro-verde.
Caldo verde
Sopa portuguesa que foi trazida pela Família Real e se tornou um prato típico do Rio de Janeiro. Leva couve, batata, paio, sal e pimenta-do-reino.
Canjica
Milho amassado e aferventado, com a adição ou não de açúcar e leite.
Carne louca
Sanduíche feito com lagarto fatiado, temperado com tomates, pimentões, cebola, azeitonas, molho inglês, azeite e sal.
Carne-seca
Os cearences começaram a preparar a carne em mantas, conservadas em sal, para resistir a longas viagens sem estragar. Também é chamada de carne-de-sol, carne-de-vento, carne-do-sertão e jabá. No Rio Grande do Sul, é conhecida como charque.
Caruru
Delícia baiana que leva quiabo, camarão e farinha de mandioca, entre outros ingredientes. A palavra vem do tupi-guarani cáa-reru e significa comida de folhas.
Casquinha de siri
Servida numa concha (casquinha), é feita de um refogado de temperos, azeite e carne de siri. Depois de pronto é polvilhado com farinha de rosca.
Chapéu de couro
Doce feito no Piauí com mamão, rapadura e coco ralado.
Churrasco
Carne assada no espeto sobre as brasas ou labaredas. No Sul, o rodízio de churrasco é chamado de "espeto corrido".
Cozido
Criação carioca, é feito com diversos tipos de carne (toucinho, lombo de porco, lingüiça, paio, peito, lombo) e legumes (abóbora, cenoura, cebola, tomate, vagem, batata, mandioca), cozidos juntos na mesma panela.
Cuca
Bolo trazido pelos imigrantes alemães para o Sul do país, tem uma cobertura de farofa feita com manteiga, farinha de trigo e açúcar. Tanto a massa quanto a farofa podem ter vários sabores, como laranja, maçã ou banana.
Cuscuz
Em São Paulo, é preparado com farinhas de milho e de mandioca, ovo cozido, ervilha, tomate e frango ou sardinha. No Nordeste, leva tapioca cozida no vapor e pode ser doce (com coco) ou salgado (servido com manteiga).
A coisa continua pelo alfabeto todo, mas eu paro por aqui! E peço a Deus a chance de conhecer cada um desses pratos, ao vivo, a cores e in loco.
Bjs.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Risotão de Camarão! :)

Antes que o mundo do 3º Bimestre acabe, eu preciso postar aqui!
Tem coisas que ando maquinando para escrever a pelo menos 1 mês.
Esse risoto por exemplo, foi do aniversário do marido, que contrariado por não haver lulas frescas no mercado de peixe de Niterói, deixou-se convencer por belos camarões.
O fato foi, que eu nunca havia cozinhado tantas porções juntas. Tanto que a receita abaixo é para apenas 4 porções e não as 12 que fiz! Mas me enchi de coragem e foi. Lembrei bem do Jamie dizendo que risoto é BEM molhado e não enformadinho como os que vendem em lugares não muito honestos. Uma salada para iniciar e lá vamos nós!
Ingredientes (para 4 porções)
1 colher (sopa) de manteiga;
1/2 xícara (chá) de cebola picada;
1/2 colheres (sopa) de gengibre picado;
400 g de camarões limpos e temperados à gosto;
2 xícaras (chá) de arroz arbóreo
1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
1,5 l de caldo de peixe (eu fiz o meu, mas, se for usar cubos, dissolva apenas 2)
sal e pimenta-do-reino a gosto
4 colheres (sopa) de manteiga
Modo de fazer
Numa panela baixa e larga (tipo frigideira) aqueça 1 colher de manteiga. Junte a cebola e o gengibre e refogue por uns 2 minutos até que a cebola esteja transparente.
Tenha o caldo de peixe ao fogo alto, quando estiver frevendo abaixe bem o fogo.
Acrescente o arroz e refogue bem, mexendo sempre.
Adicione o vinho e misture bem até evaporar.
Adicione o caldo de peixe ao risoto aos poucos, mexendo sem parar.
Quando secar, adicione mais caldo aos poucos. Quando o caldo estiver quase no fim acrescente os camarões mexendo com cuidado.
Faça assim até que o grão esteja "al dente".
Nesse ponto o risoto vai estar cremoso.
Na última adição de caldo, não deixe secar completamente. Ele deve ficar BEM molhadinho.
Acrescente o restante da manteiga e misture delicadamente.
Aguarde 1 minutinho com a panela tampada e sirva a seguir.
Nhami!!
Eu gosto de ralar um bom queijo por "riba".
Uns verdinhos também (coentro, por exemplo)!
Assinar:
Postagens (Atom)